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Coimbra: Federação do PS quer reuniões com concelhias e plenários descentralizados

7 de Novembro 2022

A realização de reuniões periódicas com as concelhias do PS e plenários distritais descentralizados são duas apostas do presidente reeleito da Federação de Coimbra dos socialistas, disse hoje o próprio Nuno Moita à agência Lusa.

O dirigente manifestou vontade de “começar já a preparar as eleições autárquicas” de 2024 no distrito de Coimbra, onde seis presidentes de câmara do PS cumprem o terceiro mandato, não podendo recandidatar-se ao cargo.

Em 2024, são os seguintes os autarcas socialistas que abandonam a presidência dos municípios: Nuno Moita (Condeixa), Luís Antunes (Lousã), Miguel Baptista (Miranda do Corvo), Mário Jorge Nunes (Soure), João Miguel Henriques (Vila Nova de Poiares) e Emílio Torrão (Montemor-o-Velho).

“É um trabalho que tem de ser preparado desde já”, defendeu Nuno Moita, realçando ainda a importância de o PS tentar recuperar as câmaras que perdeu em 2021: Coimbra, Figueira da Foz, Penacova e Góis.

Para avançar com este trabalho, a equipa de Nuno Moita vai criar um gabinete, com atribuições de conselho consultivo, do qual farão parte autarcas e candidatos que não foram eleitos presidentes de câmara nas últimas autárquicas.

No sábado, o presidente da Câmara de Condeixa foi reconduzido na liderança da Federação de Coimbra, com 65% dos votos, numa eleição disputada com o antigo deputado Vítor Baptista, que também exerceu o cargo de governador civil do distrito, na década de 1990.

Nuno Moita salientou hoje a importância de instituir o “Dia do Militante”, uma iniciativa destinada a “reforçar o sentimento de pertença” dos filiados ao partido.

“Os partidos políticos tradicionais são a base da democracia portuguesa”, afirmou, ao alertar para “actuais perigos” que enfrenta o regime refundado em 1974, com a revolução do 25 de Abril, incluindo “um certo discurso fabricado contra os políticos, que cumprem uma missão”.

No novo mandato de dois anos, Nuno Moita pretende também instalar um “gabinete estratégico”, com uma dezena de especialistas de diferentes áreas, a fim de “acompanhar os investimentos previstos pelo Governo” para a região, contribuindo para o processo de criação de uma Área Metropolitana de Coimbra, que dará prioridade à “mobilidade descarbonizada.

Desde 2020, lamentou, o funcionamento da Federação foi também prejudicado pela pandemia da covid-19, sendo agora necessário “retomar a actividade normal do partido” em Coimbra.

LUSA


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