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Penela com subida vertiginosa no Índice de Transparência Municipal 2017

11 de Abril 2018

Penela destaca-se, desta vez pela positiva, no Índice de Transparência Municipal (ITM), respeitante a 2017, ao conseguir uma subida no ´ranking´ de 252 lugares, para a 56.ª posição, em relação ao ano anterior.

Na lista de 2016, o município penelense ocupava o último lugar entre as 308 autarquias nacionais, resultado que motivou fortes críticas do presidente da Câmara, Luís Matias, à Associação Cívica Transparência e Integridade, que promove anualmente o estudo, baseado na análise à informação de interesse público disponibilizada nas páginas da Internet de cada município português. Em 2017, o documento aponta Penela como a terceira maior subida, a seguir a Fornos de Algodres e Castro Marim, obtendo 67,31 pontos em 100.

No ITM 2017, cujos resultados foram hoje anunciados, o município de Pombal continua a ser o primeiro entre os concelhos das Terras de Sicó, ocupando a 17.ª posição, apesar da descida de 11 lugares, obtendo uma pontuação de 79,12.

Soure subiu 159 lugares, estando agora em 69.º, com 64,56 pontos, seguido de Condeixa, que ocupa a 85.ª posição (61,68), tendo ascendido 105 lugares.

O município de Ansião desceu 73 posições para 109.º, com 58,24 pontos, enquanto Alvaiázere se queda pelo lugar 240, com 35,71, descendo 80 lugares em relação ao ano anterior.

O Índice de Transparência Municipal (ITM) baseia-se, desde 2013, no levantamento da informação de interesse público disponível nos ‘sites’ dos 308 municípios, segundo 76 indicadores, agrupados em áreas, e não representa um índice de corrupção, nem significa sucesso eleitoral ou satisfação do eleitorado.

Os municípios de Alfândega da Fé e de Vila do Bispo estão empatados no primeiro lugar do Índice ambos com 90,66 pontos.

Apesar de em 2017, ao contrário do ano anterior, nenhum município ter atingido a pontuação perfeita, “o resultado é bastante satisfatório, tendo em conta que este ano o Índice foi mais exigente nos critérios que usou para validar cada indicador”, considera João Paulo Batalha, presidente da Transparência e Integridade – Associação Cívica, que elabora o ITM em colaboração com a Unidade de Investigação em Governança, Competitividade e Políticas Públicas da Universidade de Aveiro, que participou no processo de recolha e validação de dados.


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