13 de Novembro de 2018 | Quinzenário Regional | Diário Online
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Soure: S. Mateus, uma feira de seis dias que “tem uma projecção anual”

14 de Setembro 2018

Por esta altura, Soure vive apenas para o S. Mateus. Entre os dias 20 e 25 de Setembro, todos os caminhos vão dar a este mítico certame que se converteu num verdadeiro ícone da vila de Soure. Música, gastronomia, exposições e diversas feiras são os principais ingredientes de uma festa, feira e romaria que se prolonga por seis dias, e que é hoje à tarde apresentada em conferência de imprensa.

Assume-se como “o maior e mais abrangente evento do concelho de Soure”, destaca o presidente da Câmara Municipal, salientando que, apesar de durar apenas seis dias, “tem uma projecção anual no pulsar económico do território”. Por esta altura, milhares de pessoas são atraídas pelas feiras francas, exposições, artesanato, folclore, carrosséis, farturas, gastronomia variada e música para todos os públicos. E depois de cinco dias a “feirar”, o S. Mateus termina no Dia da Família Sourense, cuja programação é mais direccionada para a população local. Após vários dias e noites de folia, os sourenses rumam à Capela de S. Mateus para assistir à missa de encerramento das festas e confraternizar no tradicional pic-nic, que acontece ali ao lado à sombra das oliveiras.

“Queremos manter a tradição, sem acrescentar grandes novidades”, afirma Mário Jorge Nunes, que pretende “manter o cariz de várias feiras tradicionais, conjugadas nas romarias e nas festas de S. Mateus”, que anualmente atraem “milhares de pessoas”.

Por isso, “não estamos à espera nem de mais nem de menos, a expectativa é tão grande como a dos últimos anos”, garante o autarca, sublinhando que já estão inscritos “mais de 200 feirantes e expositores”, o que “comprova a grande dimensão deste evento”.

Afinal, o S. Mateus ocupa “vários milhares de metros quadrados de espaço público”, cuja “logística está espalhada pela vila de Soure”, particularidade que faz dela “uma feira diferente”, mesmo “mantendo a tradição e o conceito”.

“O S. Mateus vale pela projecção que dá ao concelho para o resto do ano, até à próxima edição do evento”, enfatiza Mário Jorge Nunes, realçando que “esta feira não tem um impacto imediato”. “A demonstração das nossas raízes culturais, etnográficas, desportivas e recreativas” atraem “mais de 100.000 visitantes”, contribuindo para que o certame tenha “uma projecção anual no pulsar económico do território”.

“Portanto, espera-se um S. Mateus de referência”, com “a mesma dinâmica dos últimos anos”, marcado por encontros e reencontros. Afinal, o S. Mateus é o “ponto de encontro” da população residente, que ali também “reencontra muitos dos sourenses que estão espalhados pelo mundo e vêm sempre nesta altura do ano”.

“No compto geral este evento não ultrapassa os 150.000 euros”, que inclui “um investimento municipal na ordem dos 120.000 euros e algum investimento da Associação Empresarial”. Mas, “obviamente que é um investimento que tem retorno pela projecção que dá ao concelho”, desde logo por atrair “mais de 100.000 pessoas”, conclui o autarca.

CARINA GONÇALVES


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